Assessoria de Memória da DPU (ASME)

 

Em que pese sua recente presença na história do país, a DPU já possui identidade e histórico próprio, suficientes para construir uma gestão memorial que preserve o patrimônio institucional. Por meio da Assessoria de Memória já foram catalogados, organizados e preservados documentos públicos e privados, fotos, imagens, entrevistas e alguns objetos que contam a história institucional.

Ainda há muito a fazer. Inúmeros documentos, momentos e fatos necessitam ser catalogados, registrados e organizados em um centro de referência memorial, não somente para pesquisas, mas também para difusão da imagem da instituição perante a sociedade.

A Lei Complementar 132/2009 modificou a LC 80/1994, que organiza a Defensoria Pública e prescreve normas gerais, e ampliou o leque de competência de atuação da DPU. As demandas insurgentes de caráter diferenciado, muitas das quais extrajudiciais; as necessidades de parcerias multilaterais e transnacionais com outros órgãos governamentais e com a sociedade civil no combate aos crimes globalizados; a atuação em políticas públicas enfatizadas pela governança mundial e notoriamente pela brasileira, traçaram um novo perfil para a Defensoria Pública da União.

Esse novo perfil, ao mesmo tempo em que busca avançar no tempo e inovar em demandas e serviços, busca ainda resgatar a origem e contar a história da instituição. Inovar faz-se necessário desde a atuação extrajudicial e conciliatória, até à introdução de uma gestão cultural e de uma gestão memorial que venham construir atividades histórico/culturais para os públicos da DPU, sejam assistidos, visitantes ou servidores, relatando fatos, acontecimentos, pessoas e experiências vividas pelos defensores federais no exercício de suas atribuições.